A escolha da madrinha de nossos filhos é um dos grandes dilemas da gravidez, concordam? Existem tantas pessoas queridas que gostaríamos de homenagear (sim, o convite também é uma grande homenagem) que na maioria das vezes ficamos na maior dúvida e sem querer deixar ninguém chateado, afinal é um tema que envolve muita emoção!

A verdade é que não existe regra para escolher a madrinha, não tem certo ou errado. Mas resolvemos listar algumas dicas apenas para orientar no pensamento da futura mamãe e “tentar” facilitar essa escolha.

Vejam a seguir algumas dicas para escolher a madrinha de nossos filhos:

1- Tem que ser alguém da família?

Não, mas precisa ser uma pessoa bem próxima dos pais, que sempre estará juntos. Na maioria das vezes, são os irmãos que têm esse laço de afetividade, mas em caso de ser filho único, o amigo de todas as horas, aquele inseparável, é a melhor escolha, uma vez que a convivência é constante e a criança não corre o risco de ficar sem padrinhos.

2- Confiança!

Os padrinhos deveriam ser os segundos pais da criança, dessa forma você deve pensar em uma pessoa que você realmente confie, alguém que tenha responsabilidade e que tenha condições de cuidar do seu filho na sua ausência. Quando os padrinhos são escolhidos e aceitam o convite, assumem o compromisso perante Deus de amar e ajudar na educação da criança. Em caso dos pais morrerem, cabe aos padrinhos assumirem a responsabilidade de criar o afilhado.

3- Valores parecidos com o dos pais!

A madrinha deve ter participação na educação e no desenvolvimento da criança. É mais uma pessoa em que a criança poderá encontrar apoio. A madrinha deve ter pensamentos e valores parecidos com os dos pais.

4- Proximidade!:

Talvez aquele amigo querido ou familiar que mora longe, em outra cidade ou país, não seja a melhor escolha, pois para que seu filho crie um vínculo com os padrinhos é super importante que exista uma convivência com alta frequência.

5- Afinidade com crianças!

Tente observar se a pessoa que você pretende convidar tem afinidade com crianças. Isso é um fato importante para considerar pois não é todo mundo que tem tanta paciência e “jeitinho” com as crianças.

6- Disponibilidade!

Tente observar a disponibilidade de tempo que a pessoa terá para se dedicar a seu filho. Outro ponto importante para observar, é a quantidade de afilhados que o possível padrinho já possui. Se você estiver na dúvida entre mais de um padrinho, uma boa saída seria optar por aquele que tem uma menor quantidade de afilhados e naturalmente conseguirá se dedicar mais ao seu filho.

7- Não se resume a presente!

Ser padrinho não se resume em dar presentes, mas em estar envolvido na criação e no direcionamento da criança, auxiliando os pais com conselhos e apoio. Vale destacar que a escolha passa bem longe de valores materiais e o compromisso deve ser estabelecido para a vida inteira. Tem gente que acha que ser madrinha é dar presente bom e aparecer no aniversário. Madrinha é muito mais do que isso, é quase como ser uma segunda mãe, pois irá zelar pela educação e bem-estar do afilhado.

Fonte: Just Real Moms (www.justrealmoms.com.br)
Foto: Google Imagens

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